Diana Queirós: “Cannes foi uma boa experiência para toda a equipa”

“Infelizmente, ontem não ganhámos. Mas foi uma boa experiência para toda a equipa”. Foi assim que Diana Queirós se dirigiu a AMARANTE MAGAZINE (AM), depois de o Júri do Festival de Cannes ter votado os filmes a concurso na categoria Cinéfondation, para a qual Diana havia sido nomeada pelo seu trabalho enquanto Designar de Som no filme “Frie Maend” (Homens Livres).

“A Diana não ganhou, mas ter sido nomeada para o Festival de Cannes já é uma grande vitória”, assegura a professora Elsa Cerqueira, que recentemente venceu o Global Teacher Prize, pelo seu projeto “Filosofia com Cinema para Crianças”.

A docente, que é também crítica de cinema e integra frequentemente júris de eventos ligados à Sétima Arte – como é o caso, na próxima semana, do Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde –  e de quem Diana foi aluna na Secundária de Amarante, sublinha que “chegar a Cannes com 29 anos não é muito comum. Estamos a falar de um dos mais importantes festivais de cinema do mundo e ter sido selecionada implica já um importante reconhecimento do seu trabalho”, sublinha.

A própria Diana Queirós, depois de nomeada, em conversa com a AM, havia reconhecido que “chegar a Cannes era a cereja no topo do bolo” de um percurso como Designer de Som que iniciou em 2013, com a conclusão da licenciatura em Artes Plásticas e Multimédia, na Escola Superior de Belas Artes da Universidade do Porto, e que continuaria, depois, na Dinamarca – onde vive há nove anos – , primeiro no Sonic College e, mais tarde, na Escola Nacional de Cinema da Dinamarca.

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