Augusto Barros, um médico de família. Pinto Monteiro, um homem sem sono e filhos de um Deus menor, o flagelo da pobreza em Amarante e no país.
Revistas
António José Queirós acredita na restauração do extinto concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega e de Vila Meã como sede de concelho. Amarante ao espelho através do Iº Congresso Histórico e o SER, uma associação de Marco de Canaveses dedicada à recuperação de toxicodependentes.
Bernardete Ferreira acusa: “houve traições na minha candidatura”. Albino Maravilha, poeta e ardina. Festa do 4º aniversário da Amarante Magazine.
Maria de Abreu, 70 anos a pintar. Joaquim Queirós, a desilusão de um olímpico. As águas que não movem moinhos, uma breve estória daqueles engenhos no concelho.
Destaque para o professor catedrático Fernandes da Fonseca. Luís Van Zeller “entristecido” pela falta de espírito cooperativo dos viticultores portugueses e os lagares escavados na rocha de Gondar.
Luísa Beirão, a top model de Amarante. Rebordelo, mais perto de céu, mais longe do stress. Destaque para o concelho de Baião.
Artur Matias, comandante dos BV Amarante há mais de quatro décadas afirma que vai ficar “mais uns anos” no cargo. António Pinto, o homem da Maratona e a geminação entre Amarante e Achères.
Doutor Pedro Cunha: “às vezes choro com os meus doentes”. Silêncio que se vai construir a Barragem de Fridão e Gonçalo de Macedo da Cunha, um herói amarantino desconhecido.
A paixão de Luís Coutinho pela arte sacra, a arqueologia e as aulas. Barros Basto, o capitão “injustiçado” e Aboboreira: “Ui, o que ali havia de gente!”
Acácio Magalhães, vererador da CMA, não se importa que lhe chamem Tio Patinhas: “como tenho que dar a todos, toca pouco a cada um”. Amadeu Teixeira, o rei do gado de Mancelos. “Sim, senhoras vereadoras”: Ondina Pinto (PSD) e Lídia Amaral (PS) em destaque.