GNR deteve 37 suspeitos de crime de fogo florestal

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Desde o início do ano e até ao dia 23 de junho, a GNR registou 2 650 crimes de incêndio florestal que resultaram em 37 detenções e na identificação de 304 pessoas, anunciou o Ministério da Administração Interna – MAI.

O MAI adiantou, em comunicado publicado no portal do Governo, que no período de 1 de abril a 23 de junho foram elaborados cerca de 2 900 autos de contraordenação devido à falta de gestão de combustível. A GNR registou ainda 443 autos de notícia por contraordenação por incumprimentos das normas para a realização de queimas e queimadas.

Comparando os valores do ano de 2019 com o histórico dos últimos 10 anos, registaram-se menos 24% de incêndios rurais e menos 47% de área ardida. O ano de 2019 apresenta, até ao dia 30 de junho, o quinto valor mais reduzido em número de incêndios e o sexto valor mais elevado de área ardida da última década.

Operação Floresta Segura 2019 realizou cerca de seis mil ações de sensibilização

Segundo a mesma fonte,  a operação Floresta Segura 2019, da Guarda Nacional Republicana, realizou cerca de seis mil ações de sensibilização até 23 de junho e alcançou um total superior a 114 mil pessoas.

A entidade estatal adiantou que, no âmbito deste projeto, estão ainda a ser levadas a cabo ações de rua e porta-a-porta, tendo já sido efetuadas, só este ano, cerca de 27 383 patrulhas pelos militares do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente e da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro.

A operação Floresta Segura 2019 tem como objetivo alertar para a importância de adotar procedimentos preventivos, nomeadamente sobre o uso do fogo, a limpeza e remoção de matos e a manutenção das faixas de gestão de combustível.

 

 

 

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