A Biblioteca Municipal Albano Sardoeira (BMAS), em Amarante, inaugura, a 26 de março, sábado, pelas 16:00, a exposição “Maria Eulália de Macedo: Devo à Vida o ter tido Vida”, com a qual se evoca o centenário do seu nascimento, celebrado a 21 de de março do ano passado
A mostra, que pode ser visitada até 5 de maio, foi construída com momentos das vivências da escritora com a família; enquanto professora e escritora.
Em Dezembro de 2021, a BMAS havia já sido palco para uma homenagem a Eulália Macedo, com a apresentação dos quatro livros editados por si editados reunidos numa única edição, genericamente designada “Maria Eulália Macedo, o Meu Chão é de Vertigem”: “Construção no Vento Norte” (1968), “Raízes” (1970), “Histórias de Poucas Palavras” (1971) e “As Moradas Terrenas” (1994).
Por essa altura, o Centro de Estudos Amarantinos (CEA), assinalando o Dia do Selo, comemorado a 1 de dezembro, lançou um postal máximo (postal, selo e carimbo) com Eulália Macedo (AQUI).
Eulália Macedo, nasceu na freguesia de São Gonçalo, a 21 de março de 1921. A infância e a juventude foram marcadas pela convivência com escritores e artistas como Teixeira de Pascoaes, Alexandre Pinheiro Torres e João de Vasconcelos.
Em 1968, Maria Eulália de Macedo recebeu o Prémio de Manuscritos de Poesia do Secretariado Nacional de Informação pelo livro “Construção de Vento Norte”. Em 1970, publicou a segunda obra, “Raízes”, na Sociedade de Expansão Cultural, seguindo-se “Histórias de Poucas Palavras”, de contos e novelas, em 1971; e “As Moradas Terrenas”, em 1974.
Em 2011, foi agraciada com a Medalha de Honra do Município de Amarante, tornando-se Cidadã Honorária de Amarante.
