Baixo Tâmega: Municípios e AE de Amarante juntos na promoção da região

(Foto AMBT).

Projeto engloba o desenvolvimento de processos de certificação de sete produtos endógenos da região, um por município, a saber: o anho assado com arroz de forno, o mel do Marão, os doces conventuais de Amarante, as maçãs de Basto, o fumeiro de Baião e os citrinos da Pala.

A Associação de Município do Baixo Tâmega (AMBT) e a Associação Empresarial de Amarante vão iniciar, ainda em fevereiro, no âmbito do projeto BTinova 2.0, o projeto de promoção do roteiro Enogastronómico “Verde Sentido”, a certificação de produtos da região e novas ações de qualificação dos agentes do território do Baixo Tâmega. 

“O projeto tem como objetivos a estruturação e posicionamento do Baixo Tâmega, enquanto destino turístico de excelência no segmento do enoturismo, através da qualificação do destino, bem como dos operadores privados associados ao Vinho Verde e ao capital endógeno, reforçando a visibilidade e incrementando os índices de competitividade e inovação das PME’s abrangidas”, informa a AMBT em nota de imprensa.

O BTinova 2.0 inclui, ainda, o desenvolvimento dos processos de certificação de sete produtos endógenos da região, um por município, a saber: o anho assado com arroz de forno, o mel do Marão, os doces conventuais de Amarante, as maçãs de Basto, o fumeiro de Baião e os citrinos da Pala.

Estes processos foram já iniciados no projeto anterior, sendo agora retomados. Serão também contemplados novos produtos dos municípios de Mondim de Basto, Cabeceiras de Basto e Resende.

Entre as ações definidas, destacam-se a conferência “Great Wine Capitals”, a participação na Feira BTL’22, o lançamento do website e a APP “Verde Sentido”, a realização de uma press trip e uma campanha de marketing digital, permitindo dinamizar as ofertas turísticas da região de forma integrada.

“O projeto decorre até setembro de 2022 e traça uma estratégia turística diferenciadora que associa o vinho verde a outros produtos endógenos de elevado valor e que pretende, não só estruturar a oferta, mas, sobretudo, estimular os operadores a trabalhar em rede, ganhando escala e contribuindo para posicionar o Baixo Tâmega como destino turístico de excelência” como presente o consórcio AMBT/AE de Amarante.

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