Casa da Granja apresenta livro “Os Contos de Miguel Torga: Natal e um Roubo”

A CASA DA GRANJA apresenta, a 11 de junho, pelas 16.30, o livro “Os Contos de Miguel Torga: Natal e um roubo”, de Jorge Marinho, obra que recebeu três nomeações para os “Prémios Bandas Desenhadas 2022”: Melhor Publicação Nacional com Distribuição Alternativa, Melhor Argumento Nacional e Melhor Ilustração Nacional. 

Artista plástico, licenciado em Artes Plásticas, pela Universidade do Porto, especializado em técnicas de impressão, escultura, modelismo e desenho do corpo, Jorge Marinho, estará no próximo dia 11 de junho, às 16h30, no Auditório da CASA DA GRANJA, em Amarante,  para a apresentação da sua mais recente obra de arte, o livro de Banda Desenhada, “Os Contos de Miguel Torga: Natal e um Roubo”.

Foi em 17 de outubro de 2020, que desenhou a primeira de muitas pranchetas que fazem parte da ilustração deste livro. Dois dos imensos contos de Miguel Torga são assim apresentados através de uma abordagem inovadora, uma vez que se afasta daquilo que é comum em banda desenhada, as chamadas, histórias aos quadradinhos. 

O artista foi mais além e apresenta um livro inédito, dando desta forma uma nova abordagem aos contos de Miguel Torga, aplicando-lhes a 9ª arte, que não existira até ao momento. 

“Que nunca lhe falte a coragem, porque a competência, essa, sabemos bem que nunca lhe faltará”, A.M. Pires Cabral.

Sinopse:

“…Começou esse projecto com dois contos: um dos Contos da Montanha (“Um roubo”) e outro dos Novos Contos da Montanha (“Natal”). Curiosamente, há vários pontos de contacto entre as duas histórias. A personagem central é, em ambos os casos, um velho marcado pela miséria (um deles, o velho Garrinchas, é mesmo um pobre de pedir). Acompanhamos a caminhada dos dois, ambos em noite tempestuosa, um em direcção à capela da Senhora da Saúde, o outro de regresso a casa, após uma jornada de pedinte. Finalmente, a cena principal tem lugar numa capela: a da Senhora da Saúde e a da Senhora dos Prazeres. Só a intenção que os leva ali é que é muito diversa: Faustino, pressionado pela necessidade, pretende assaltar a caixa das esmolas, enquanto Garrinchas pretende apenas um abrigo para o resto da noite de Natal, já que a tempestade de neve o impede de chegar a casa…”

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