Revistas

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fevereiro/março #14

Armando Pereira dos Anjos, “Armandinho” para os amigos, e uma vida por Amarante. Nando: crónica de um pintor que também queria ser poeta e a celebração do segundo aniversário da Amarante Magazine (1994-1996).

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dezembro #13

Armindo Abreu: “Senhor presidente? Ainda me soa mal.” Vila Meã em destaque, passados oito anos (1987) da elevação a vila. Francisco Assis  escolhido pela Amarante Magazine como figura amarantina do ano (1995).

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1995 #12

Amadeu Cerqueira da Silva afirma que, em Amarante, “tem mais passado que futuro”. Destaque para o vinho verde e a “arte de bem fotografar Amarante” por Eduardo Teixeira Pinto.

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agosto/setembro #11

António Laranjeira “Taí” afirma que “no futebol tanto se pode ser bestial como besta”. Jovem futebolista Nuno Gomes no Quatar e Maria Adelaide, a médium de Travanca do Monte.

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junho/julho #10

Dr. Babo Magalhães: retalhos da vida de um médico dedicado “exclusivamente” a Amarante, Vila Meã é a “jóia do concelho” e destaque para a modelo Luísa Beirão.

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abril/maio #9

Ana Maria Matias, pintar, decorar e velar o Marão. Francisco Ferreira Freitas, o “Xico Fininho do Vinho” e a herança do Cine-Teatro de Vila Meã. A “revolução” no Centro Histórico de Amarante.

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março #8

João do Lago Vasconcelos Mota afirma que se “Pascoaes fosse vivo, era do PSD. Destaque para o declínio da Linha do Tâmega e a escritora Maria Salomé acredita que “Aqui (em Amarante) é mais fácil ser poeta”.

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dezembro #7

Augustina Bessa Luís classifica os Amarantinos como “curiosos, metafóricos e manhosos”, Paulo Assis diz que “o piano está primeiro e o complemento “Amarante Magazine Jovem”.

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Outubro/Novembro #6

José Manuel Pinto Moreira afirma que a sua fortuna é o trabalho, Dona Lailai e a arte dos sabores doces e Domingos Machado “Belle Dominique”,  travesti polivalente a quem agradam as “saladas mistas”.

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agosto/setembro #5

Os Emigrantes, ei-los que chegam. José Rodrigues dos Santos afirma que tem o seu próprio estilo de apresentação e recordando a Revolta dos Pastores de Mafómedes.