Armando Pereira dos Anjos, “Armandinho” para os amigos, e uma vida por Amarante. Nando: crónica de um pintor que também queria ser poeta e a celebração do segundo aniversário da Amarante Magazine (1994-1996).
Revistas
Armindo Abreu: “Senhor presidente? Ainda me soa mal.” Vila Meã em destaque, passados oito anos (1987) da elevação a vila. Francisco Assis escolhido pela Amarante Magazine como figura amarantina do ano (1995).
Amadeu Cerqueira da Silva afirma que, em Amarante, “tem mais passado que futuro”. Destaque para o vinho verde e a “arte de bem fotografar Amarante” por Eduardo Teixeira Pinto.
António Laranjeira “Taí” afirma que “no futebol tanto se pode ser bestial como besta”. Jovem futebolista Nuno Gomes no Quatar e Maria Adelaide, a médium de Travanca do Monte.
Dr. Babo Magalhães: retalhos da vida de um médico dedicado “exclusivamente” a Amarante, Vila Meã é a “jóia do concelho” e destaque para a modelo Luísa Beirão.
Ana Maria Matias, pintar, decorar e velar o Marão. Francisco Ferreira Freitas, o “Xico Fininho do Vinho” e a herança do Cine-Teatro de Vila Meã. A “revolução” no Centro Histórico de Amarante.
João do Lago Vasconcelos Mota afirma que se “Pascoaes fosse vivo, era do PSD. Destaque para o declínio da Linha do Tâmega e a escritora Maria Salomé acredita que “Aqui (em Amarante) é mais fácil ser poeta”.
Augustina Bessa Luís classifica os Amarantinos como “curiosos, metafóricos e manhosos”, Paulo Assis diz que “o piano está primeiro e o complemento “Amarante Magazine Jovem”.
José Manuel Pinto Moreira afirma que a sua fortuna é o trabalho, Dona Lailai e a arte dos sabores doces e Domingos Machado “Belle Dominique”, travesti polivalente a quem agradam as “saladas mistas”.
Os Emigrantes, ei-los que chegam. José Rodrigues dos Santos afirma que tem o seu próprio estilo de apresentação e recordando a Revolta dos Pastores de Mafómedes.