“Rostos da Aldeia” no interior do Douro Vinhateiro

Foto AM.

A plataforma “Rostos da Aldeia” integra programação dos 20 anos do Douro Património Mundial. O objetivo é tratar e documentar a vida nas aldeias da região, quando se evocam os 20 anos da classificação, pela UNESCO, como Património Mundial.

A “Rostos da Aldeia”, plataforma multimédia de storytelling, integra a programação das comemoração dos 20 anos do Alto Douro Vinhateiro como Património da UNESCO. A parceria com a CCDR-NORTE, gestora da iniciativa, tem por objetivo tratar e documentar a vida nas aldeias vinhateiras do Douro, com especial enfoque nos habitantes impulsionadores da mudança ou criadores da diferença, correspondendo assim ao desafio da campanha “20 Histórias Douro”.

Assim, a  plataforma irá regressar às aldeias de Favaios, Barcos, Provesende, Ucanha, Salzedas e Trevões, para revisitar não apenas patrimónios, mas, sobretudo, histórias e testemunhos de vida de cidadãos que combatem a tendência de despovoamento nos territórios de baixa densidade, de diferentes idades, profissões e localidades. Estes relatos têm como ponto de partida conversas e entrevistas informais vertidas em conteúdos multimédia, que evidenciam também aspetos da história local, das tradições culturais às artes e ofícios e da gastronomia.

A equipa da “Rostos da Aldeia” – composta pela jornalista Luísa Pinto, o blogger Filipe Morato Gomes (Alma de Viajante) e o produtor de vídeo Tiago Cerveira – produzirá, neste tour, ao longo do ano 2022, reportagens de texto, fotografia e vídeo que serão publicadas na plataforma on-line, em redes sociais, no site dos “20 Histórias Douro” e apresentadas num podcast distribuído nos canais digitais do Jornal Público.

“Estamos muito entusiasmados com esta oportunidade de revisitar as aldeias vinhateiras do Douro. Ao longo dos próximos meses, iremos partilhar o modo de vida nas aldeias durienses, contando histórias inspiradoras de quem lá mora, as vivências da comunidade, as suas lutas, aspirações e conquistas e, com isso, ter impacto real positivo no território”, refere Luísa Pinto.

Lançado a 14 de dezembro de 2021, o programa do 20.º aniversário da classificação do Douro Vinhateiro como Património Mundial inclui iniciativas de caráter artístico e cultural, como a ópera duriense “Mátria”, exposições e concertos especiais, um ciclo de seminários e conferências, ações de marketing de território e de internacionalização, a participação em feiras nacionais e internacionais e um conjunto de iniciativas de valorização e sensibilização para o património duriense, tais como o Prémio de Arquitetura do Douro e o inédito Prémio Vinha Douro 2022. 

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